O líder dá a cara em todos os momentos.
O líder dá a cara sobretudo quando tudo corre mal e é preciso dar uma chapada na ordem das coisas.
O líder assume as mensagens positivas que conduzem à mobilização para os seus objectivos e que conduzam ao seu atingimento.
O líder trabalha com todos, muito mais que trabalhar contra quem quer que seja.
Mas o líder identifica e enfrenta os adversários que se interpõem no caminho dos seus objectivos.
O líder vela por que todos os caminhos definidos sejam percorridos, mas compreende e implementa ajustamentos ou até inversões, quando avaliado necessário.
O líder deve definir objectivos de monta variada: os pequenos objectivos instrumentais, os médios objectivos tácticos, os grandes objectivos estratégicos.
O líder anima mais que do que cria. Porque ninguém sabe de tudo, faz-se rodear de conselhos, e varia quantas vezes for necessário a origem dos conselhos.
O líder procura aparecer como um entre mais, embora não deixe dúvidas que a sua decisão é a última.
Um líder tem a importância de um maestro numa orquestra sinfónica: muitas vezes não se percebe o que faz, mas, se se der um pouco mais de atenção, nos bastidores foi ele que imprimiu o formato, a coesão, e é muito dele a culpa pelo resultado.
(se o Paulo Teixeira Pinto pode elaborar sobre o tema, porque não poderia eu também?)