O Mário Crespo é imoderado. É.
O Mário é algo "prima donna". É.
O Mário é um bom profissional da comunicação televisiva, inteligente, culto, preparado, independente. É de facto tudo isso. E tudo isso não é pouco.
Por tudo isso, não embarco em estratégias de ataque à sua independência, ao seu verbo corrosivo, mesmo aos seus dislates e exageros de "virgem ofendida". Defendo o direito democrático ao disparate e repudio a censura de que foi alvo, gesto mais próprio de Venezuelas e Angolas que bem conhecemos.
Caberia sim a Sócrates, Silva Pereira e Jorge Lacão estarem em condições de poderem fazer o contraditório face ao que sobre eles Crespo afirmou saber, invocando várias fontes.
E, por sinal, duas das fontes até já estão bem identificadas.
E, a confirmar-se que Sócrates disse de Crespo o que disse, a coisa é mesmo feia e confirmativa de uma tendência "chávista" muito perigosa.