Depois da proibição do comunismo o que faltará ainda a Alberto João defender? A proibição da homossexualidade? O veto ao exercício de cargos públicos por mulheres? A passagem para 21 da idade mínima para se votar? O restabelecimento da pena de morte? A expulsão de todos os imigrantes sem emprego?
É toda uma agenda que em coerência se pode seguir na cabeça deste homem. E quando verificamos que dois terços dos portugueses concorda, hoje, com a readopção da pena de morte, então estamos mesmo conversados: o Alberto João Jardim não é louco. Ele sabe que tem "mercado" para este programa de extrema-direita e fala grosso para ele, não para o país todo.
A Jardim pouco interessa que as suas palavras suscitem indignações. Sente-se intocável. No fim, galhofará e lá há-de prosseguir a sua vidinha, feita de pequenas e maiores tiranias numa região que trata como a sua quinta.
Não é só do PSD a culpa da incrível impunidade deste homem e da sua clique. É uma culpa de todo o sistema de poderes, incluindo o judicial. E é uma vergonha para Portugal ter tal despotismo saloio num cargo eleito ininterruptamente há mais de 30 anos. O que é que este homem saberá de tão perigoso para que todos se calem perante os seus desmandos?
História de Portugal
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*Pré-publicação *
Três historiadores da nova geração decidiram disponibilizar aos leitores as
mais recentes pesquisas de história do nosso país, qu...
Há 54 minutos


